F.A.Q. - Dedetização


Antes de tudo é importante saber se a empresa possui licença do órgão ambiental local, além Licença Sanitária, obrigatória desde de 2017, na cidade do RJ, para esta atividade, os registros no IBAMA e na ANVISA, reforçam que essas empresas são rigorosamente fiscalizadas e seguem à risca as normas estabelecidas por esses órgãos.
Empresas devidamente registradas utilizam somente produtos, expressamente autorizados pelo Ministério da Saúde, destinados a elas e cujo controle de sua fabricação (através do nº do lote), passando pela sua comercialização e por fim o consumidor final é feita pelos órgãos licenciadores e, desta forma, há o pleno controle de quais produtos e suas quantidades estão sendo utilizados nos ambientes em que se encontram os imóveis clientes das empresas certificadas.
As pragas urbanas, além da repulsa que causa em algumas pessoas, são responsáveis por contaminar alimentos e superfícies e causarem diversas doenças, além de causar prejuízos materiais e financeiros, no caso dos cupins e realizar periodicamente a dedetização vai ajudar na prevenção do aparecimentos dessas pragas.
A ANVISA (Agência de Vigilância Sanitária do Governo Federal) através da RDC 52 no item II do art. 4º e a Lei Estadual do RJ nº 7806 no item II do art.6º estabelecem a periodicidade mensal como ação preventiva visando impedir que pragas e vetores se instalem e se reproduzam no ambiente.
Atualmente a maioria dos novos produtos, ao contrário dos produzidos no passado, são praticamente sem cheiro e o percentual do princípio ativo usado na sua composição para combater os insetos tem pouca chance de afetar organismos maiores como o de pessoas e animais de pequeno e médio porte, alguns possuem substância amargante no caso ingestão acidental; porém recomendamos que crianças, pessoas idosas, pessoas alérgicas ou doentes e também animais domésticos não estejam presentes durante a execução do serviço. Recomendamos deixar o ambiente arejado e aguardar de 2 a 4 horas para que retornem ao ambiente.
Cada praga alvo tem um produto específico para seu combate e/ou controle, porém determinados inseticidas podem servir para mais de uma praga, o que varia é: dosagem de diluição e processo de aplicação.
Em primeiro lugar, por questão de segurança, evitar a presença de crianças, idosos, pessoas alérgicas ou com doença ocasional ou não, bem como animais de estimação. Para melhor eficácia dos produtos aplicados, evitar de limpar o ambiente após a sua aplicação, preferencialmente a limpeza deve ser feita antes a aplicação dos produtos.
Diferentemente das propagandas de inseticidas na televisão em que, ao serem aplicados, “desintegram” os insetos ou os impedem de entrarem nos ambientes por uma “barreira mágica invisível”, isso não acontece na vida real.
Os produtos utilizados podem possuir efeito imediato, desalojante e residual ou os três juntos. O efeito desalojante faz com que as pragas que ficam escondidas nas partes não visíveis saiam das tocas e entrem em contato com o residual do produto que irá eliminar gradativamente cada uma delas. O tempo de aparecimento varia de acordo com o grau infestação no cliente.
O efeito residual do produto vai depender das seguintes variáveis: condições de limpeza do local onde foi aplicado, exposição à agentes externos (calor excessivo, umidade, oleosidade, gordura, etc.), grau de infestação maior do que o informado, lavagem dos locais onde foram aplicados os produtos, fazendo com que sejam retirados, eliminando o efeito residual duradouro. Em condições normais, mesmo se o grau de infestação for relativamente alto, o produto continua agindo por 30 dias, sendo esse o período mínimo que cliente deve aguardar para solicitar, se for o caso, uma nova aplicação.